domingo, 10 de agosto de 2014

Sonho: Onde Utilizar a Chave???

Sonho em 07.08.2014 - "Praticávamos golpes e furtos em uma comunidade que vivia a beira mar. As casas eram tipos de "contêineres" mas não eram totalmente blindados. Haviam janelas, portas, entradas para ar, sacadas de flores. Existam muitos na praia. Furtivamente ao cair da noite, entrávamos nessas "casas" e roubávamos pequenos objetos que podíamos levar nas mãos. Em determinado momento me afastei desse grupo e fiquei sozinho, refletindo que era um grande erro viver dessa forma. Num outro vilarejo próximo cheguei a um enorme quiosque com telhado de sapê, que na verdade era uma lanchonete. Pedi um lanche que logo foi preparado. Depois de o consumir, fui até o rapaz que atendia e pedi a conta. Ele me entregou um valor absurdo, dizendo que as outras pessoas que ali estavam lanchando também estavam comigo e eu deveria pagar a conta de todos. Convenci o rapaz que eu estava sozinho e que aquelas pessoas não estavam comigo. Paguei somente o que eu havia consumido. Na parte de trás da lanchonete encontrei um senhor muito simpático. Parecia um descendente de índios. Usava poucas roupas e sorria o tempo todo. Ele me chamou e começou a contar uma historia que não me recordo. Ficamos agachados enquanto ele contava a metáfora. Enquanto o mesmo falava, ele arrancou um pequeno vegetal de um vaso com a mão esquerda. Com a mão direita ele aplicou um líquido transparente na base da planta com uma seginga, perto das raízes. Ele ia agindo e falando a história. Diante de meus olhos atônitos, as raízes começaram a crescer lentamente e frutos da terra se formaram como mágica! Fiquei fascinado com aquilo! Depois nos despedimos e ele me entregou uma chave desbotada. Saí pelo mundo em busca de onde usar aquela chave. Não demorou muito e encontrei uma cômoda de metal, pintada de cinza claro, em uma cidade abandonada. Haviam quatro gavetas na cômoda. Coloquei a chave no pequeno orifício em cima, a direita, e as quatro gavetas se destravaram. Abri a primeira e só encontrei muitos e diversos papéis em desarrumação. Quando abri a segunda gaveta, havia um conteúdo parecido com a primeira mas, ao abri-la até o fim, Vi que havia uma pasta azul de plástico, dessas que se fecha com um elástico, onde na parte de cima haviam escritos e desenhos de criança, que logo reconheci como de autoria da Melissa. Então eu ouvi chamarem meu nome duas vezes, nas minhas costas. Quando me virei, vi a Melissa sorrindo. Ela me disse em pensamento "não pensei que você fosse achar tão rápido!". Ela usava um gorro colorido desses que tem um cachecol junto. Roupas de lã multicolores. Luvas e sapatinhos de cor clara... Seus olhos expressavam uma pureza e uma amizade difíceis de explicar em palavras... então acordei sob os toques da programação do despertador do meu telefone".

=)

domingo, 15 de junho de 2014

A Visão Sobre os Quarto Animais


     Várias passagem da Bíblia me impressionam muito. Essa, em especial, me desperta um interesse e uma atração um pouco maior. Ela encerra em si o problema e a solução, já que traz a profecia e a interpretação. Mas essa explicação dada ao Daniel por uma pessoa que assistia a essa "assembleia" que acontecia na visão do profeta, carece de algumas observações que devem ser dadas sob a luz da era atômica. Segue abaixo a transcrição, conforme a tradução de João Ferreira de Almeida. Obs.: Deixei sem os capítulos para ficar melhor a interpretação. (Daniel, capítulo 7 completo)

     "No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel, na sua cama, um sonho e visões da sua cabeça. Então escreveu o sonho, e relatou a suma das coisas. Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando, numa visão noturna, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o Mar Grande. E quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, subiam do mar. O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em dois pés como um homem; e foi-lhe dado mente de homem. Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. Depois disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças; e foi-lhe dado domínio. Depois disto, eu continuava olhando, em visões noturnas, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres. Eu considerava os chifres, e eis que entre eles subiu outro chifre, pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com insolência. Eu continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; o seu vestido era branco como a neve, e o cabelo da sua cabeça como lã puríssima; o seu trono era de chamas de fogo, e as rodas dele eram fogo ardente. Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades assistiam diante dele. Assentou-se para o juízo, e os livros foram abertos. Então estive olhando, por causa da voz das grandes palavras que o chifre proferia; estive olhando até que o animal foi morto, e o seu corpo destruído; pois ele foi entregue para ser queimado pelo fogo. Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia foi-lhes concedida prolongação de vida por um prazo e mais um tempo. Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como filho de homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e foi apresentado diante dele. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído. Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbavam. Cheguei-me a um dos que estavam perto, e perguntei-lhe a verdadeira significação de tudo isso. Ele me respondeu e me fez saber a interpretação das coisas. Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra. Mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, sim, para todo o sempre. Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, sobremodo terrível, com dentes de ferro e unhas de bronze; o qual devorava, fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobrava; e também a respeito dos dez chifres que ele tinha na cabeça, e do outro que subiu e diante do qual caíram três, isto é, daquele chifre que tinha olhos, e uma boca que falava com insolência e parecia ser mais robusto do que os seus companheiros. Enquanto eu olhava, eis que o mesmo chifre fazia guerra contra os santos, e prevalecia contra eles, até que veio o ancião de dias, e foi executado o juízo a favor dos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino. Assim me disse ele: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o quál será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. Proferirá palavras contra o Altíssimo, e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo. Mas o tribunal se assentará em juízo, e lhe tirará o domínio, para o destruir e para o desfazer até o fim. O reino, e o domínio, e a grandeza dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo. O seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão. Aqui é o fim do assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram e o meu semblante se mudou; mas guardei estas coisas no coração."

     É bastante complicada a interpretação integral dessa visão, já que os tradutores não chegam a um consenso. Prá se ter uma ideia da dificuldade, veja a diferença na tradução entre duas pessoas, somente dos versículos 2 e 3:

Tradução A - Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando, numa visão noturna, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o Mar Grande. E quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, subiam do mar.

Tradução B - No meu sonho estava a assistir a uma tremenda tempestade num grande oceano, com fortes ventos soprando em todas as direcções.  Então quatro enormes animais saíram do mar, todos eles diferentes.

     Focando principalmente o que as traduções tem em comum, que são os estranhos animais, ou "bestas", como alguns preferem, eu interpreto assim essas visões, de acordo com minha base reencarnacionista: Cada animal representa um grupo de pessoas, não necessariamente uma nação. Todas coexistem até hoje, através das reencarnações, mas existem 4 grupos distintos, representados pelos animais e suas tendências instintivas.

1º - Leão alado (que teve as asas tiradas) que levantou como homem e teve mente de homem;

2º - Urso com grande sede de sangue e carne levando três costelas nos dentes;

3º - Leopardo com quatro asas e quatro cabeças;

4º - Animal (ou máquina) de dentes de ferro e unhas de bronze, com dez chifres.

     O primeiro animal, na minha interpretação pessoal, representa um passado distante, onde os homens dominavam a arte de voar, mas perderam esse benefício tecnológico devido ao uso errado desse recurso. Deve ser algo que ocorreu na Altlândia, ou até mesmo antes desse país perdido. Desenvolveu a mente e aprimorou a parte do físico humano, após a época de alguma hecatombe que jogou no esquecimento a arte de voar e outros avanços tecnológicos. O segundo animal representa um grupo totalmente terrestre, ou seja, vivia somente sobre a terra e devia ser bastante rústico e selvagem... vingativo talvez. Não sei a interpretação das três costelas, mas penso que deve ter sito três principais reinos abatidos de forma violenta e impiedosa por esse povo. O terceiro animal já representa um grupo mais próximo dos nossos tempos, onde certos grupos redescobriram o poder do voo e foram além: aperfeiçoaram ainda mais essa técnica. As quatro cabeças devem simbolizar os quatro povos que mais se destacaram nessas áreas, com astúcia, rapidez e sagacidades do leopardo. O quarto animal representa os dias atuais e todas suas contradições. Não é a representação de um povo em específico mas de grupos de pessoas que estão espalhadas pelo globo, mas que "vibram" ou "agem" conforme a descrição de um animal que destrói e estilhaça tudo em volta de maneira impiedosa, visando principalmente interesses puramente imediatistas. Acredito que a ação que melhor representa essa "besta" é a criação e a detonação das bomba atômicas no Japão. Não digo que esse quarto animal deveria ser os Estados Unidos porque eles não fizeram tudo sozinhos. Outros países, ou grupos de pessoas, trabalharam em uníssono na fabricação dessas armas. Esse 4º animal pode ser representado, por exemplo, pela invasão do Tibet pela China, pela invasão da Polônia pela Alemanha, pela invasão do Kuwait pelo Iraque, pela invasão do Vietnã pelos USA, etc. Aqueles dez chifres que existem na cabeça do quarto animal nada mais são do que outros grupos, ou nações, que tem os mesmos interesses egoísticos e belicosos, tentando tirar vantagens em tudo, inclusive destruindo uns aos outros, como acontece com um novo chifre que aparece e derruba os três primeiros. Esse chifre, que tinha muitos olhos e falava com insolência, nada mais é do que os meios de comunicação em massa, com o agravante hoje da internet e todos seus absurdos e ódios que circulam na rede. Esses "olhos"  desse chifre mais robusto são realmente a internet com todos seus escândalos e invasões de privacidade. O texto nos diz que esse quarto animal sobreviverá um tempo limitado, onde dominará com poder absoluto sobre a terra. Ele existirá junto com os outros três animais, que são outros três grupos. Quando ele for destruído, conforme diz a profecia, aos outros três animais será dado ainda um tempo. Isso porque o grupo que representa o quarto animal certamente será irremediavelmente transferido para um planeta inferior, onde reencarnará em condições bastante difíceis, conforme nos elucida Alan Kardec, no Livro dos Espíritos. Aos outros 3 animais, que ficarão na Terra, será dado um tempo a eles porque muitos se "salvarão" de serem exilados para esse orbe inferior, por não estarem totalmente brutalizados, como no grupo dos seres representado pelo quarto animal. Só consigo interpretar esse profecia sob a luz da reencarnação. Não vejo outra maneira de fazer essa interpretação integralmente sem essa ferramenta nos deixada por Kardec. Quero acrescentar que essa é uma interpretação toda minha, toda pessoal... 

=)


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Para Além do Superficial

 Cada dia que passamos juntos
é como a peça de um mosaico,
pequena peça colorida
de singela colcha de retalhos,
e assim, a cada dia,
juntos tecemos delicada trama
de sorrisos ternos
e abraços generosos,
de amores repartidos
e saudades que aquecem...

Segura minha mão amor!
O universo é nossa estrada
e o tempo de nossos sonhos chegou!

Meu coração,
como um campo silencioso
espera tua chegada,
tu que és Sol, Claridade e Calor
e tens o poder mágico
de despertar as flores...

Para além do superficial,
do lugar-comum
me transportas
tão de repente, tão docemente;
como resistir?


 
Doces mensagens de Vanessa de Oliveira
para meu telefone todas as manhãs...
lindas, emocionantes e ternas mensagens diárias...

 ...como resistir?

            =)
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